Feist
Sábado, Dezembro 29, 2007
Segunda-feira, Dezembro 24, 2007
Quinta-feira, Dezembro 06, 2007
ahahahahahahaha
A morte chega em câmara lenta. O projéctil estrelado by Ninja.
O duplo indiano. O Cavalo terá de utilizar betadine, terramicina e muitas compressas até ao final da vida. Achei incrível. O cavalo deitou-se e depois é que arrancou.
O grito da ajuda. Credível.
Ele implorou, mas ele não é misericordioso.
SexUp. Never tired for you honey. Take you home and…
O poder do Chrome. Sem comentários.
Os Ordínários 5
A miss Poplex lançou o desafio dos fabulosos 5.
Eu lanço a todos o desafio dos ordinários 5.
Desta lista exclui todos aqueles filmes em que os animais falam, ou jogam melhor que os adolescente em qualquer tipo de desporto. Exclui também os filmes de série B, que eu tanto adoro. Exclui as comedias românticas e/ou aqueles blockbuster americanos que acabam sempre com a bandeira americana a esvoaçar. Bandeira americana a esvoaçar.
Por ultimo…exclui todos os filmes em que entram as gémeas Olsen.
Basicamente inclui aqueles filmes que me criaram algumas expectativas e nas quais investi um desgraçado cêntimo.
Frankenstein
Figura mítica do horror.
Cenas surreais de tão más que são. A linguagem, os efeitos, as dissecações, a criação da besta e da besta (há uma feminina também). Robert de Niro a grunhir.
ConAir
Bons actores, um filme de acção e entretenimento. Legitimo não?
O corte de cabelo do Nicholas Cage nunca mais me saiu da cabeça. Ao vento.
O avião a aterrar em Vegas.
The PostMan
Kevin Costner a distribuir cartas. A cavalo. O trama. O bom samaritano. O herói de selo estampado.
Swept Away
Guy Ritchie. Snatch. Humor negro e inteligente. Sei lá. Tive um colapso e fui ver. A Madonna estava lá. Apaixonada em italiano por um italiano. Ui. Amor na praia. Mar, navios e uma valente banhada.
StarWars I
Anos de espera criaram abismos de expectativas. A introdução ao som da clássica música do John Williams provocaram as lágrimas. Foram 5 minutos gloriosos.
Esta lista foi dramatica. Peço desculpa ao Van Damme, Arnold, Steven, Chuck Norris, Silvester, Paris Hilton, a todos os brilhantes realizadores e talentosos actores que ao longo dos anos concretizam os meus votos de "ai meu deus".
Eu lanço a todos o desafio dos ordinários 5.
Desta lista exclui todos aqueles filmes em que os animais falam, ou jogam melhor que os adolescente em qualquer tipo de desporto. Exclui também os filmes de série B, que eu tanto adoro. Exclui as comedias românticas e/ou aqueles blockbuster americanos que acabam sempre com a bandeira americana a esvoaçar. Bandeira americana a esvoaçar.
Por ultimo…exclui todos os filmes em que entram as gémeas Olsen.
Basicamente inclui aqueles filmes que me criaram algumas expectativas e nas quais investi um desgraçado cêntimo.
Frankenstein
Figura mítica do horror.
Cenas surreais de tão más que são. A linguagem, os efeitos, as dissecações, a criação da besta e da besta (há uma feminina também). Robert de Niro a grunhir.
ConAir
Bons actores, um filme de acção e entretenimento. Legitimo não?
O corte de cabelo do Nicholas Cage nunca mais me saiu da cabeça. Ao vento.
O avião a aterrar em Vegas.
The PostMan
Kevin Costner a distribuir cartas. A cavalo. O trama. O bom samaritano. O herói de selo estampado.
Swept Away
Guy Ritchie. Snatch. Humor negro e inteligente. Sei lá. Tive um colapso e fui ver. A Madonna estava lá. Apaixonada em italiano por um italiano. Ui. Amor na praia. Mar, navios e uma valente banhada.
StarWars I
Anos de espera criaram abismos de expectativas. A introdução ao som da clássica música do John Williams provocaram as lágrimas. Foram 5 minutos gloriosos.
Esta lista foi dramatica. Peço desculpa ao Van Damme, Arnold, Steven, Chuck Norris, Silvester, Paris Hilton, a todos os brilhantes realizadores e talentosos actores que ao longo dos anos concretizam os meus votos de "ai meu deus".
Os fabulosos 5
Fazer a lista. Prós e contras.
Sempre gostei de ver para dizer mal. Sempre o farei para dizer bem.
Once Upon a Time in the West
Ver para querer. Henry Fonda, Charles Bronson e Jason Robarts, em perfeita sintonia feminina. Amor, paixão, medos, poderes, olhos, sensualidade, musica e uma incrível historia de vingança. Claudia Cardinalle.
Western Spaghetti.
Apocalyse Now
O inferno na verdadeira essência da palavra. O inferno nos actos dos homens, na embriagues emocional das mentes e na ténue pesada careca do Marlon Brando.
Clockwork Orange.
Quadros abstractos ao ritmo dos frames. A critica social em constantes 9 delírios. Cada interpretação é pessoal. Cada opinião é legítima. Cores e formas kubrickianas.
Vivia-se os 70´s. O que vivemos hoje?
The Godfather
A fidelidade suportada e manifestada de forma assustadora. Guerras de poder, manifestações de amor. Abdicamos em função de. Intenso, carregado, violento e cru.
A proposta que ninguém recusa.
Star Wars
O westers espacial. Os cowboys do espaço em perseguições estonteantes. Diversão, acção e esperança. Influencias cinematográficas retratadas em viagens além galáxia.
Sempre gostei de ver para dizer mal. Sempre o farei para dizer bem.
Once Upon a Time in the West
Ver para querer. Henry Fonda, Charles Bronson e Jason Robarts, em perfeita sintonia feminina. Amor, paixão, medos, poderes, olhos, sensualidade, musica e uma incrível historia de vingança. Claudia Cardinalle.
Western Spaghetti.
Apocalyse Now
O inferno na verdadeira essência da palavra. O inferno nos actos dos homens, na embriagues emocional das mentes e na ténue pesada careca do Marlon Brando.
Clockwork Orange.
Quadros abstractos ao ritmo dos frames. A critica social em constantes 9 delírios. Cada interpretação é pessoal. Cada opinião é legítima. Cores e formas kubrickianas.
Vivia-se os 70´s. O que vivemos hoje?
The Godfather
A fidelidade suportada e manifestada de forma assustadora. Guerras de poder, manifestações de amor. Abdicamos em função de. Intenso, carregado, violento e cru.
A proposta que ninguém recusa.
Star Wars
O westers espacial. Os cowboys do espaço em perseguições estonteantes. Diversão, acção e esperança. Influencias cinematográficas retratadas em viagens além galáxia.
Ramificações
A forma é sempre agradável e esta é particularmente fácil de engolir. “Fácil de engolir é bom…não provoca a azia”. Ela, a azia, provoca-me constantemente. Retribuo com ENO laranja. Sabe a laranja. Laranja está associada à forma. A laranja é laranja.
Qual é a tua forma?
Qual é a tua forma?
Sempre imaginei raízes.
Quarta-feira, Dezembro 05, 2007
Narcisico
O que te levou a caminhar na sinuosa calçada em "saltos de sapatos agulha"? Sapatos de saltos agulha.
Precisava de testar o meu equilíbrio. Sem truques ou alicerces programados.
Viver o risco. Fechar os olhos e caminhar. Sentir a emoção da queda.
Provocá-la exibindo o meu pedantismo. Vangloriar-me com o meu ser.
Expor a minha grandeza à minha fragilidade.
Retirar a essência. Mostrar apenas a pele. Afinal a essência também.
Espero cair. Perder a tinta. Ficar a preto e branco.
Cair. Observar e levantar.
InLoco_Diário de Bordo / a bordo do díario
Precisava de testar o meu equilíbrio. Sem truques ou alicerces programados.
Viver o risco. Fechar os olhos e caminhar. Sentir a emoção da queda.
Provocá-la exibindo o meu pedantismo. Vangloriar-me com o meu ser.
Expor a minha grandeza à minha fragilidade.
Retirar a essência. Mostrar apenas a pele. Afinal a essência também.
Espero cair. Perder a tinta. Ficar a preto e branco.
Cair. Observar e levantar.
InLoco_Diário de Bordo / a bordo do díario
Single
Acordem os defuntos perdidos. Reunamos as lendas. Disparem as manchetes.
Transpareça o real. Exaltem a passado. Épicos soterrados em pó.
Montras empilhadas de recordações. Arte com obra. Obra convertida em arte.
Porta ante aberta. Deixa escapar o ruído meloso. Atrevido.Expostos…deixarmo-nos levar. É familiar. Toca a 45 rpm.
Transpareça o real. Exaltem a passado. Épicos soterrados em pó.
Montras empilhadas de recordações. Arte com obra. Obra convertida em arte.
Porta ante aberta. Deixa escapar o ruído meloso. Atrevido.Expostos…deixarmo-nos levar. É familiar. Toca a 45 rpm.
InLoco_ Diário de Bordo / a bordo do Diário
...
"Torna-se complicada a locomoção. Pesada como o banco de pedra à minha direita.
Vislumbro a luz ténue. Está ao alcance da mão…destas que estão presas.
Incentivam. Desgastante esses gritos. Apenas preciso de fechar os olhos. Prefiro a negro do meu eu. Luz sem eu. Eu com luz.
Continua. “Estás à espera do quê?”…a senhora Culpa deles. Nada é meu. O meu nada.
Caricaturadas as presenças. Manchadas as ausências. Saudosas as incríveis perdidas. Perdidas incríveis.
Memorias doces em mim. (M)inhas
(I)nalteráveis
(N)eo
(H)oje
(A)manha
(S)empre"
inLoco_diário de bordo / a bordo do diário
Vislumbro a luz ténue. Está ao alcance da mão…destas que estão presas.
Incentivam. Desgastante esses gritos. Apenas preciso de fechar os olhos. Prefiro a negro do meu eu. Luz sem eu. Eu com luz.
Continua. “Estás à espera do quê?”…a senhora Culpa deles. Nada é meu. O meu nada.
Caricaturadas as presenças. Manchadas as ausências. Saudosas as incríveis perdidas. Perdidas incríveis.
Memorias doces em mim. (M)inhas
(I)nalteráveis
(N)eo
(H)oje
(A)manha
(S)empre"
inLoco_diário de bordo / a bordo do diário
Good & Evil
Por falar em vilões.
Aquela personagem que tem a arrogância e o descaramento de se infiltrar na epiderme de todos os contos e relatos da humanidade. Que provoca a dualidade nas opiniões. Que confronta internamente o nosso ser, levantando uma série de questões que nos expõem emocionalmente, para aquela que é a nossa tendência para avaliar as situações.
Para existir o bem, tem de existir o mal. Mas o que é realmente o bem? Será a designação que nos guia em direcção ao mal? Não será esta definição uma imposição? Que raio de bem nos impõe o que quer que seja em direcção a algo? Não devemos ser nós a decidir, de uma forma justa, aquela que é a interpretação dos actos, que levam à definição do mal?
Este é para mim, o vilão mais incrível do cinema. Lembro-me constantemente da panorâmica do Sergio Leone, que complementado pela arrepiante composição do Ennio Morricone, assume descaradamente os frames ao encontro dos magnéticos e diabólicos olhos azuis da personagem. O efeito surpresa é marcante, ao ver aquele, que até então, era paradigmático herói do cinema americano. Henry Fonda.
Once Upon a Time in the West_Sergio Leone
Aquela personagem que tem a arrogância e o descaramento de se infiltrar na epiderme de todos os contos e relatos da humanidade. Que provoca a dualidade nas opiniões. Que confronta internamente o nosso ser, levantando uma série de questões que nos expõem emocionalmente, para aquela que é a nossa tendência para avaliar as situações.
Para existir o bem, tem de existir o mal. Mas o que é realmente o bem? Será a designação que nos guia em direcção ao mal? Não será esta definição uma imposição? Que raio de bem nos impõe o que quer que seja em direcção a algo? Não devemos ser nós a decidir, de uma forma justa, aquela que é a interpretação dos actos, que levam à definição do mal?
Este é para mim, o vilão mais incrível do cinema. Lembro-me constantemente da panorâmica do Sergio Leone, que complementado pela arrepiante composição do Ennio Morricone, assume descaradamente os frames ao encontro dos magnéticos e diabólicos olhos azuis da personagem. O efeito surpresa é marcante, ao ver aquele, que até então, era paradigmático herói do cinema americano. Henry Fonda.
Once Upon a Time in the West_Sergio Leone
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